Tuesday, 11 September 2012

Brasil: Carta a los y las candidatos para los Ayuntamientos sobre el trabajo decente y los vendedores ambulantes durante la Copa del Mundo



Comunicado de Prensa
StreetNet Internacional
www.streetnet.org.za


                   el 10 de Septiembre 2012

Un gol para Brasil?: StreetNet Internacional, Sindicatos y organizaciones sociales piden a los  candidatos a la Alcaldía en las Ciudades anfitrionas de la Copa del Mundo,  marcar un gol para Brasil,  creando oportunidades de trabajo decente para los vendedores ambulantes

Un mes antes de las elecciones municipales en Brasil, StreetNet Internacional, Sindicatos y organizaciones sociales han escrito a 84 candidatos en las ciudades sedes para pedirles que marquen un gol para su país mediante la creación de oportunidades de trabajo decente para los vendedores ambulantes.

La carta está firmada por la Central Unitaria de Trabajadores (CUT), la Confederación Sindical de las Américas (CSA/CSA), la Internacional de la Construcción y Madera (ICM), la Union General de Trabajadores, y la Articulación Nacional de los Comités  Populares de  los Afectados por la Copa del Mundo, junto con StreetNet Internacional.

"Sostenemos que la FIFA, el Comité Organizador  Local y las Ciudades anfitrionas deben reconocer su responsabilidad por el posible  impacto negativo  de la Copa del Mundo en los medios de subsistencia de los vendedores ambulantes. Ahora es el momento de reflexionar y actuar de forma diferente,” dijo Vagner Freitas de Moraes, Presidente de la Central Unitaria de Trabajadores de Brasil.


“Brasil aun tiene tiempo de construir una Copa del Mundo basado en la inclusión social y no el lucro de FIFA y sus socios comerciales.  Para esto, es necesario asegurar  condiciones de trabajo decente para todos y todas que construirán la Copa del Mundo respetando los derechos humanos, e ampliando la ciudadanía y no restringiendo derechos,” dijo Victor Baez Mosqueira , Secretario General de la Confederación Sindica de las Américas.  

Esta es una verdadera oportunidad para que los candidatos a Alcalde reconsideren las políticas urbanas para los pobres. En lugar de tratar a los vendedores ambulantes como cuasi-criminales, es posible incluir a los  vendedores ambulantes en las oportunidades comerciales que ofrece la Copa del Mundo y proporcionar soluciones a más largo plazo para mejorar sus medios de subsistencia", dijo Nora Wintour,  Coordinadora de Campañas de StreetNet  Internacional.

"Hemos escrito a los candidatos pidiéndoles hacer un compromiso público que van a trabajar hacia la creación de trabajo decente para todos los trabajadores, incluyendo los vendedores ambulantes", dijo  Nilton Freitas, representante regional de la Internacional de la Construcción y la Madera,  basado en Panamá.

Las propuestas contenidas en la carta son las siguientes:

(1)    Que las autoridades municipales utilicen existentes o establezcan nuevos foros de negociación para el diálogo con las organizaciones representativas de todos los vendedores informales en las diferentes ciudades anfitrionas; 

(2)    Que dentro de las zonas alrededor de  los Estadios y en los Parques de Espectadores, el 50% de los puestos comerciales estén reservado para los vendedores informales locales que venden artesanías típicas, comida y bebida de la región. Estos puestos deben ser asignados a los vendedores informales a través de un proceso participativo, según lo establecido por los foros de negociación y a precios abordables, dando prioridad a las cooperativas u otras iniciativas de economía social de los vendedores que de lo contrario pueden perder sus espacios de venta, tengan o no una licencia válida.

 (3)    Que se desarrollen alternativas adecuadas para el comercio informal en cada municipio deuna manera consultiva; estos sitios comerciales deben concebirse como soluciones a largo plazo; deben ser operacionales durante y después de la Copa Mundial para juegos ordinarios o eventos alrededor de estos estadios y  en los parques de espectadores, para  que haya un legado social de la Copa del Mundo para los comerciantes informales, también.

La carta concluye:

"Creemos que como un candidato para el cargo de Alcalde, tiene una oportunidad innovadora y única en la vida para poner su ciudad en el mapa mundial. Mediante el desarrollo de políticas de inclusión social, respeto a los derechos humanos y trabajo decente, usted puede proporcionar un ejemplo mundial de un legado de la Copa Mundial sostenible y allanar el camino para que otros lo sigan.

Le instamos a apoyar estas posiciones a través de un compromiso público por escrito, de trabajar con nosotros para alcanzar estas metas - metas que van más allá del fútbol y que puede formar parte de la orgullosa historia de una nación".

Para más información, comuníquese con:
Maira Vanucchi, StreetNet WCCA  Coordinadora de Campañas, Rio de Janeiro:
Tel:0055-11- 911 86558
Nora Wintour, StreetNet WCCA Coordinadora de Campañas, StreetNet Internacional, Durban
Sharon Pillay, Encargada de Comunicaciones, StreetNet Internacional, Durban
streetnetmedia@kryptonet.co.za

Brasil:carta aos candidatos e candidatas a prefeitura das cidades-sedes da Copa do Mundo



Comunicado de Imprensa
StreetNet Internacional


                  10 de Setembro de 2012

Um gol para o Brasil!: A StreetNet Internacional, sindicatos e organizações sociais pedem aos candidatos à prefeitura das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, que marquem um gol para o Brasil e criem oportunidades de trabalho decente aos vendedores(as) ambulantes.

Faltando um mês para as eleições municipais do Brasil, a StreetNet, sindicatos e organizações sociais escreveram a 84 candidatos à prefeitura das cidades-sede, para pedir que marquem um gol para o Brasil, criando oportunidades de trabalho decente aos vendedores(as) ambulantes.

A carta foi assinada pela StreetNet Internacional em conjunto com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), pela União Geral dos Trabalhadores (UGT), pela Confederação Sindical das Américas (CSA/CSI), pela Internacional da Construção e Madeira (ICM) e pela Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa.

“Acreditamos que a FIFA, o Comitê Organizador Local e as cidades-sede devem assumir a responsabilidade pelos impactos negativos da Copa do Mundo, nos meios de subsistência dos(as) vendedores(as) ambulantes. Esse é o momento de refletir e agir de forma diferente”, disse Vagner Freitas, Presidente da Central Única dos Trabalhadores do Brasil.

"O Brasil ainda tem tempo de construir uma Copa do Mundo que tenha como principal marca a inclusão social e não o lucro da FIFA e seus parceiros comerciais. Pra isso, deve respeitar as condições de trabalho decente para todos que irão erguer a Copa do Mundo, respeitando os direitos humanos, ampliando a cidadania e não restringindo direitos." Defende Victor Baez Mosqueira - Secretário Geral da Confederação Sindical das Américas.

Essa é uma oportunidade única para que os candidatos à prefeitura reconsiderem as políticas urbanas que vêm sendo aplicadas aos pobres urbanos. Ao invés de tratar os(as) vendedores(as) ambulantes como criminosos, é possível incluí-los(as) nas oportunidades comerciais que a Copa do Mundo oferece, e proporcionar-lhes soluções duradouras para melhorar seus meios de subsistência”, defende Nora Wintour, coordenadora da campanhas da StreetNet.

"Escrevemos aos candidatos pedindo que façam o comprometimento público de que vão trabalhar para assegurar trabalho decente aos vendedores(as) ambulantes”, disse Nilton Freitas, representante regional da Internacional da Construção e Madeira, localizada no Panamá.

As propostas contidas na carta são as seguintes:
(1) que o poder público municipal entre em diálogo com as organizações representativas de ambulantes, seja através de fóruns de interlocução já existentes nas cidades-sedes, ou pela criação de novos espaços de negociação, estabelecendo de fato o diálogo com os(as) vendedores(as) informais das cidades-sede;
(2) que nos espaços reservados aos patrocinadores oficiais da FIFA, em torno dos estádios e das zonas oficiais de torcedores, 50% das barracas sejam reservadas a vendedores(as) ambulantes locais, para que vendam comidas e bebidas típicas e artesanato característico da região. Estas barracas devem alocar os(as) vendedores(as) ambulantes através de um processo participativo, a partir dos fóruns de negociação e a preços acessíveis e subsidiados, independente de possuírem, ou não, licenças válidas, dando prioridade a cooperativas ou a outras iniciativas da economia social, geradas por vendedores(as) que, de outra forma, perderiam seus espaços de venda;
(3) que alternativas apropriadas ao comércio informal sejam desenvolvidas, em cada município, de maneira consultava; esses locais de comercialização devem ser concebidos como soluções de longo prazo, de forma que tais espaços sejam operacionalizados durante e depois da Copa do Mundo, durante jogos de campeonatos nacionais ou eventos dentro e no entorno dos estádios; dessa forma, haveria um legado social da Copa do Mundo também aos vendedores (as) ambulantes.

A carta conclui:

“Nós acreditamos que enquanto candidato(a) ao cargo de prefeito(a), o(a) senhor(a) tem uma oportunidade única de trazer a atenção do mundo à sua cidade.  Através do desenvolvimento de políticas de inclusão social, respeito aos direitos humanos e ao trabalho decente, o(a) senhor(a) pode oferecer um exemplo ao mundo de que a Copa do Mundo pode deixar um legado sustentável, e assim traçar o caminho para que outros sigam.

Nós urgentemente pedimos ao senhor(a) que apoie essas posições e que se comprometa publicamente, por escrito, a trabalhar com os(as) vendedores(as) ambulantes para alcançar esses objetivos – objetivos que vão além do futebol e que podem se tornar parte do orgulho  histórico do Brasil.”

Para mais informações, entre em contato com:
Maira Vanucchi, StreetNet WCCA  Coordenadora de Campanhas, Rio de Janeiro:
Tel:0055-21- 84668586
Nora Wintour, StreetNet WCCA Coordenadora de Campanhas, StreetNet Internacional, Durban
Sharon Pillay, Encarregada de Comunicaçãos, StreetNet Internacional, Durban
streetnetmedia@kryptonet.co.za

Brazil: Mayoral Candidates asked to rethink World Cup policies for street vendors



Media Release
StreetNet International


September 10th 2012
A goal for Brazil?: StreetNet International, trade union and social partners call on Mayoral Candidates in the World Cup Host Cities to score a goal for Brazil by creating decent work opportunities for street vendors

With one month to go before the Mayoral elections in Brazil, StreetNet International, trade union and social partners have written to 84 candidates in the host cities to call upon them to score a goal for their country by creating decent work opportunities for street vendors.

The letter is signed by the United Trade Union Centre (CUT) , the Trade Union Confederation of the Americas (TUCA/CSA), the Building and Wood Workers International  (BWI), the General Union of Workers  , and the Popular Committees of those Affected by the World Cup, together with StreetNet International.

 “We argue that FIFA, the Local Organising Committee and the Host Cities should recognise their responsibility for the potential negative impact of the World Cup on the livelihoods of street vendors. Now is the moment to think again and act differently”, said Vagner Freias de Moraes, President of the United Centre of Workers.

“Brazil still has time to construct a World Cup based on social inclusion and not the profits of FIFA and its commercial partners.  Bur for that it is necessary to ensure decent working conditions for all who are involved in the building of the World Cup, respecting human rights and developing a sense of citizenship, not restricting rights”, said Victor Baes Mosquiera, General Secretary of the Trade Union Confederation of the Americas.

“This is a real opportunity for Mayoral candidates to re-think urban policies for the poor. Instead of treating street vendors as quasi-criminals, it is possible to include street vendors in the trading opportunities offered by the World Cup and provide longer-term solutions to improve their livelihoods”, said Nora Wintour, StreetNet International Campaigns Coordinator.

“We have written to the candidates asking them to make a public pledge that they will work towards creating decent work for all workers, including street vendors”, said Nilton Freitas, Regional Representative of the Building and Wood Workers International.

The proposals in the letter include the following:

(1) that the municipal authorities use existing or establish new bargaining forums to dialogue with the representative organisations of all the informal vendors in the different host cities;
(2) that within the Fan Miles around the Stadiums and in the Fan Parks, 50% of the stands are reserved for local informal traders who sell typical handicrafts, food and drink from the region.  These stands should be allocated to the informal traders through a participatory process as established by the bargaining forums and at affordable prices, giving priority to cooperative or other social economy initiatives of traders who may otherwise lose their trading spaces, whether or not they possess valid licenses.
(3)  that appropriate alternatives for informal trade in each municipality are developed in
a consultative manner; these trading sites should be conceived as long-term solutions; they should be operational both during and after the World Cup for ordinary games or events around these stadiums and Fan Miles and Fan Parks, so that there is a social legacy of the World Cup for the informal traders as well.

The letter concludes:

“We believe that as a candidate for the position of Mayor, you have an exciting and once-in-a-lifetime opportunity to put your city on the world map. By developing policies of social inclusion, respect for human rights and decent work, you can provide a global example of a sustainable World Cup legacy and pave the way for others to follow.
We urge you to support these positions through making a public written commitment to working with us to achieve these goals – goals that go far beyond football and that can become part of the proud history of a nation.”

For more information contact:
Maira Vanucchi, StreetNet WCCA Campaigns Coordinator, Rio de Janeiro at:
Tel:0055-11- 911 86558
Nora Wintour, StreetNet WCCA Campaigns Coordinator, StreetNet International, Durban
Sharon Pillay, Media and Communications officer, StreetNet International, Durban
streetnetmedia@kryptonet.co.za